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Convite para a Audiência Pública “Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional com Adolescentes e Jovens LGBT no Brasil”

O Grupo Dignidade é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundado em 14 de março de 1992 em Curitiba. É pioneiro no estado do Paraná na área da promoção e defesa da cidadania e dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT).

 

Neste sentido, em parceria com a Universidade Federal do Paraná e várias entidades locais e nacionais, coordenamos no Brasil um braço de uma iniciativa conjunta realizada com outros cinco países da América Latina (Uruguai, Argentina, Chile, Peru, Colômbia), envolvendo uma pesquisa nacional via internet com adolescentes e jovens LGBT sobre suas experiências enquanto pessoas LGBT no ambiente educacional no ano de 2015. Esta mesma pesquisa vem sendo realizada nos Estados Unidos há 25 anos.

 

No Brasil, 1016 estudantes de 26 das 27 Unidades de Federação responderam a pesquisa sobre suas experiências no ano de 2015, cujos resultados foram concluídos recentemente.

 

A pesquisa trouxe à tona dados preocupantes sobre a segurança e o bem-estar dos/das adolescentes e jovens LGBT no ambiente educacional que exigem uma resposta das autoridades competentes. 

 

Assim sendo, e tendo em vista o Dia do Estudante e o Dia Internacional da Juventude, gostaríamos de convidar para participar da Audiência Pública “Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional com Adolescentes e Jovens LGBT no Brasil”, no dia 10 de agosto de 2016, com início às 8h30, no Mini Auditório da Assembleia Legislativa do Paraná. A Audiência Pública está sendo promovida pela Comissão Permanente de Educação da Assembleia Legislativa do Paraná.

 

Na ocasião serão apresentados e debatidos os resultados da pesquisa. Espera-se também que a Audiência promova um intercâmbio de experiências de enfrentamento da LGBTfobia nos ambientes educacionais, além de resultar em apontamentos práticos sobre como as instituições representadas podem contribuir para amenizar a situação alarmante retratada nos resultados da pesquisa.

Toni Reis

Diretor Executivo

Grupo Dignidade

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IV SEMINÁRIO NACiONAL SOBRE MÚLTIPLAS TERRITORIALIDADES

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ATENÇÃO: O prazo de submissão de trabalhos é 31 de Julho de 2016.

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Este evento tem por objetivo construir caminhos de produção científica que contribuam com a visibilidade de diferentes grupos sociais e suas relações com as ciências humanas. Para tanto, convidamos pesquisadores e ativistas sociais para inscrever suas experiências neste evento, a fim de debatermos as formas pelas quais podemos desafiar nossas metodologias para incluir diversas espacialidades ainda negligenciadas pelo cânone científico e o processo de educação.

A valorização das espacialidades criadas por diferentes alteridades envolve a compreensão de que suas existências não são apenas locais, mas constituídas em múltiplas escalas interdependentes, desde a micro (imaginando a escala do corpo) até a macro (a escala do globo).

Os questionamentos que este seminário pretende discutir são os seguintes:

- Como os espaços podem se constituir em territórios de afirmação de grupos sociais diversos, considerando as margens e as variáveis hierarquias sociais como diferentes racialidades, etnias gêneros, religiões, segmentos socioeconômicos, sexualidades, identidades geracionais, pessoas com deficiências, estigmas e empoderamento éticos e estéticos?

- Como a escolha das escalas de análise permitem ou escondem a visibilidade de grupos sociais diferenciados?

- Como os espaços podem constituir espaços políticos de afirmações identitárias?

- Como as exclusões, as diferentes formas de hierarquias sociais, resistências e os empoderamentos culturais se organizam espacialmente?

- De que forma o espaço se estabelece enquanto forma de regulação ou de construção de autonomia?

 

Para mais informações, inscrições e submissão de trabalhos é só clicar aqui.

 

 

 

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A RLAGG e os Movimentos Sociais

 

A RLAGG e os Movimentos Sociais        

A Revista Latino-americana de Geografia e Gênero apresenta como missão publicar artigos científicos relacionados à área de geografia, gênero e sexualidades que contribuam com o desenvolvimento do conhecimento teórico e metodológico deste campo de saber. Além disso, visa estimular o debate acadêmico daqueles que atuam na temática e ampliar as relações com profissionais da América Latina e outras regiões do mundo, através do alcance da mí­dia eletrônica. A revista é uma publicação semestral e é composta pelas seções de artigos, resenhas e entrevistas.

Em volume recém lançado, a Revista Latino Americana de Geografia e Gênero (RLAGG) apresenta uma nova seção intitulada de 'Diálogos com Movimentos Sociais' e quem inaugura este espaço é o militante Célio Golin, Secretário Geral do Nuances - grupo Pela Livre Expressão Sexual, com o texto intitulado "De Mãos Dadas na Rua Ainda é Muito Pouco. Classe Social e Acesso ao Poder".

O Nuances foi criado na cidade de Porto Alegre em 1991 com o objetivo de lutar pelos direitos civis, políticos e sociais de gays, lésbicas e travestis. Desde então, atua nos seguintes temas: sexualidades, direitos humanos, discriminação de homossexualidades e saúde.

Confira a reflexão, os questionamentos e as provocações de Célio Golin clicando aqui.

Para conferir as outras seções da RLAGG é só clicar aqui.

 

 


 

 

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REGGSILA

Você conhece a REEGGSILA?

A criação de uma Rede de Estudos de Geografia, Género e Sexualidade Ibero Latino-Americana (REGGSILA) tem como principal objetivo dar visibilidade à produção de conhecimento nestes contextos geográficos e culturais, fomentar o desenvolvimento de investigações nesta área do conhecimento, potenciar sinergias entre centros de investigação Ibéricos e Latino-Americanos, e consolidar a presença de temas relacionados com género e sexualidades na formação do ensino superior em geografia.

O que nos une não se limita a um determinado contexto geográfico, histórico e cultural nem ao facto de utilizarmos a língua espanhola e a língua portuguesa. O que nos une é uma atitude de investigação situada que é simultaneamente de intervenção social e política, baseada num enquadramento teórico feminista assente na posicionalidade e na consciência da centralidade do corpo nas questões de género e na sexualidade, na consciência das relações de poder e no assumir que a produção de conhecimento é simultaneamente pessoal e política.

Para conhecer mais sobre essa rede, clique aqui.

(Fonte: REGGSILA Reprodução)